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Restaurantes e datas comemorativas, preparado para a fila?

Por: Jacopo Carandini - sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Datas comemorativas são, para muitas famílias, sinônimo de escolher um restaurante e promover um encontro Que tal refletir sobre este hábito?

Para os funcionários desses locais restaurantes, são períodos de grande stress, pois acabam trabalhando além dos próprios limites. As equipes de garçons chegam a atender o triplo de clientes dos dias normais, o que gera um clima de desorganização e tensão entre eles. Faltam talheres e copos limpos, e muitas vezes o cliente precisa esperar por isso.

Em um momento de crise, com as grandes redes faturando 30% a menos, não espere que contratem pessoas extras para a cozinha ou para o salão. E mesmo que contratassem, faria diferença uma a mais perdida em meio à correria?

Na cozinha, a situação complica ainda mais. Além de faltar panelas e frigideiras, os fornos ficam lotados e forma-se uma fila de espera nas bocas de fogão. A correria é tanta que o alto padrão do chef fica, de certa forma, mais “flexível” para atender aos ansiosos clientes nas mesas com mais de dez pessoas.

Já o cliente, após ter ficado naquela fila de “no máximo 40 minutos” tomando drinks a peso de ouro no bar, finalmente senta na mesa e acha que os problemas acabaram. Mas eles só começaram. Depois que o garçom tira o pedido das bebidas, e que a água com gás, gelo e limão é servida como sem gás, com gelo e laranja, espera mais dez a 15 minutos até encontrar outro garçom disposto a tirar o pedido da comida. Mais 30 a 40 minutos, vem um prato que nem de longe lembra aquele mesmo que foi pedido da última vez, sabe-se lá por que.

O que continua igual à última vez é a conta, se é que não vem mais cara por causa das bebidas no bar e do couvert que a fome te obrigou a pedir. Sem contar que alguém pode ter pedido uma sobremesa ou um café, fora o vinho, que no supermercado custa R$ 40, mas na carta estava a R$ 70. O prato custa entre R$ 60 e R$ 70, mais os famigerados 10%, que todos acabam deixando porque acham que ficam com o garçom, o que não é exatamente verdade.

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Jacopo Carandini


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